Nem todos se sentem à vontade para experimentar brinquedos eróticos, a sós ou a dois. Há o receio da dor, conflitos morais, vergonha por não saber bem como funcionam, desconhecimento sobre o próprio corpo… A lista de motivos não é pequena. No entanto, enfrentar os tabus pode tornar a vida sexual mais rica, prazerosa e divertida. Descubra porque  vale a pena conhecer melhor alguns dos nossos acessórios.

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1. VIBRADOR TRADICIONAL: o medo de sentir dor faz com que muitas pessoas não experimentem este brinquedo, pois não sabem bem como funciona e, por isso, temem choques, desconforto, sangramento. Outra razão é que, como muitas mulheres preferem comprar apetrechos eróticos pela internet, dispensam a experiência de conferir tamanho, textura e cor ao vivo. Muitas vezes optam por brinquedos mais “light”, como massageadores ou masturbadores. Mas nós temos bem visíveis as características de cada um deles, desde o comprimento ao diâmetro, passando pelo material e instruções de uso e limpeza.

O vibrador ajuda a mulher a conhecer melhor seu corpo, nos momentos de masturbação. Ela é capaz, por exemplo, de descobrir qual ritmo e intensidade de penetração que prefere. O vibrador também pode proporcionar prazer extra na relação a dois: enquanto a mulher o usa, a/o parceira/o pode acariciar outras regiões. Os homens também o podem adotar para estimulação anal.

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2. VIBRADOR COM ESTÍMULO CLITORIANO: o rabbit, esse campeão dos vibradores que até se tornou estrela de TV e sobre o qual dedicámos um artigo em exclusivo. Muitas mulheres evitam vibradores com medo da reação do parceiro, que pode sentir ciúmes ou julgá-las promíscuas. E não são poucas as mulheres que ignoram como manipular o clitóris para obter prazer. Portanto, o estímulo proporcionado por este vibrador pode ser o primeiro passo para um orgasmo vigoroso com estimulação e penetração. E usado com um parceiro masculino, incentiva-o a estimulá-la enquanto a penetra, num jogo de imitação.

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3. ANEL PENIANO: este acessório erótico causa algum receio nos homens mais inexperientes, que pensam que se podem magoar. Uns acham estranho o facto de colocar um anel no membro, enquanto outros pensam que vão perder a ereção com o brinquedo. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, o anel peniano ajuda a prolongar a ereção, causando orgasmos mais potentes. As parceiras  também beneficiam deste brinquedo, as texturas e os relevos do acessório estimulam o clitóris e a vagina. Alguns vêm com um pequeno vibrador acoplado, o que intensifica ainda mais as sensações.

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4. BRINQUEDOS INSUFLÁVEIS: as versões mais simples, com o rosto desenhado no plástico, costumam causar risos. As realísticas, imitando feições e até a textura da pele humana, porém, assustam algumas pessoas. Mas os brinquedos insufláveis têm utilidade para o prazer solitário, e é até possível simular sexo a três (ou entre mais pessoas) com estes parceiros de brincadeira. De acordo com os terapeutas sexuais, qualquer possibilidade de experiência divertida para a relação deve ser bem-vinda, pois traz humor, leveza, cumplicidade e intimidade para o casal.

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5. CHICOTE OU PALMATÓRIA: muitas pessoas ainda têm uma visão mais romantizada do sexo e encaram determinados instrumentos como sinónimo de perversão. O medo da dor ou de magoar o parceiro também contribui para que as fantasias de dominação e submissão fiquem escondidas nalgum canto da mente. Mas é importante saber que o factor psicológico conta muito para o sexo. Ordenar que alguém obedeça aos seus desejos ou tornar-se submisso do outro na cama, com o auxílio de apetrechos, pode trazer-lhe muito prazer. Para quem sente pavor da dor, não é preciso adotar chicotes de verdade Temos versões de materiais mais brandos e macios. E, claro, toda a prática só pode dar prazer se houver o consentimento dos dois (ou mais) envolvidos.

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6. CORDÃO ANAL OU BOLAS: muitas pessoas temem não conseguir mais retirar o apetrecho se ele for introduzido. Outras assustam-se só de pensar na possibilidade de o brinquedo causar dor na hora de o parceiro o puxar. E não podemos descartar, ainda, os conflitos morais. Muitos homens e mulheres ainda encaram qualquer estímulo anal como um tabu. Alguns cordões anais têm esferas em formato crescente, exactamente para não incomodar e para que a penetração seja gradual. Trata-se de uma espécie de ensaio para o sexo anal. A cordinha no final do utensílio impede que o cordão anal seja 100% introduzido. Na sua maioria é feito de silicone, material macio e suave. Em ritmo lento ou acelerado, a retirada do brinquedo pode proporcionar grande prazer.

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7. ESTIMULADOR DE PRÓSTATA: o ânus é uma zona erógena como qualquer outra. Gostar ou não de estímulos nessa área não define a masculinidade nem, feminilidade de ninguém. Alguns homens até permitem que a parceira os acaricie nessa região, mas rejeitam brinquedos para penetração. Todo esse preconceito impede homens de sentirem um prazer intenso. Mas a verdade é simples: a glândula localizada na parte baixa do abdómen pode ser excitada com toques no períneo, mas a estimulação pelo ânus costuma ser mais eficiente. Anatômicos, os aparelhos vão direto ao ponto, com vibração na medida certa.

Pois é, tanto para explorar… tanto prazer por descobrir. Aventure-se!

 

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